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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Textos Interessantes

A  CRIANÇA E A RELIGIÃO

Pr Neumoel Stina
Você acha importante para a criança acreditar que existe Deus? Acha importante também que a criança  tenha uma religião? Será que o futuro da criança é moldado pelo que ela começa a acreditar na infância?
Uma das necessidades básicas da criança é o relacionamento com os outros. Se ela tem tal necessidade satisfeita, provavelmente irá adquirindo uma confiança básica, e isto é o início do “crer”.
Então podemos dizer que na infância se forma a atitude de confiança ou desconfiança perante a vida.
Uma escritora muito famosa disse o seguinte: “As primeiras lições impressas na criança, raras vezes são esquecidas. . . As impressões feitas no coração, no princípio da vida, são vistas em anos posteriores. Podem estar sepultadas, mas raras vezes serão apagadas.”Orientação da Criança, págs. 193 e 194.
Nessas relações  interpessoais da infância, os pais ou substitutos, exercem uma influência muito importante. Podemos dizer com certeza que o conceito ou a imagem que a criança tem de Deus, é em grande parte a imagem mental que ela tem de seus pais ou substitutos.
A criança tem a tendência de atribuir a Deus as mesmas características emocionais que percebe nos pais ou nas pessoas com as quais ela mantém um relacionamento significativo.
Isto é: se os pais transmitem carinho, segurança e amizade, a criança tenderá ver a Deus assim. Se, pelo contrário, os pais forem rudes, impacientes, agressivos, ela tenderá sentir que Deus é assim também, mesmo que ela, quando crescer, aprender que Deus é bom, amigo e fiel.
E o que é desagradável é que muitas vezes o que mais, marca ou impressiona os pequeninos são as características mais negativas do comportamento dos adultos, o que vai influenciar no conceito deles a respeito de Deus.
Existem três fatores básicos na formação da estrutura da personalidade de uma criança. Estes três fatores são: amor, disciplina e independência. Qual o tipo de amor que é bom? No contexto de que estamos descrevendo, seria aquele que expressa o seguinte: “Eu o amo meu filho, não pelo que você faz ou deixa de fazer, mas só porque você é você.”
E não é este o amor com o qual Deus nos ama? Em Romanos 5:8 nós lemos: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.”
Deus não esperou para nos amar quando não tivéssemos pecado nenhum. Ele Não nos amou porque O amamos e pedimos o Seu amor. Pelo contrário Deus nos amou primeiro e enviou o Seu único Filho para nos livrar de toda maldade e perigo.
Que grandioso amor!!! O amor divino é incondicional. Quer dizer: Deus nos ama em todo momento, em qualquer circunstância, sejamos ateus, católicos, evangélicos, estejamos na igreja ou fora dela, estejamos pecando ou não! Deus nos ama, porque Ele é amor.
É muito importante a manifestação de afeto e carinho dos pais pelos filhos. Os filhos precisam ouvir palavras de amor da boca dos pais. É preciso demonstrar amor por meio de palavras.
Quando a criança errar, censure o ato errado, não a pessoa dela. Não há contradição entre dar umas palmadinhas na criança por causa de seu mau comportamento e depois abraçá-la e dizer o quanto gosta dela e que boa criança ela é.
Também é importante elogiar a criança pelo que ela é, e não que pelo que faz. É como fazermos elogio quando o filho traz o boletim da escola com boas notas, ou quando faz algo correto, isto é certo.
Esses, porém não deveriam ser os principais momentos de elogiar as crianças. Elas precisam também ser afagadas e elogiadas quando não estão fazendo nada especial.
A  disciplina é importante porque vivemos numa sociedade organizada e é melhor aprendermos a nos organizar com quem nos ama do que no futuro com pessoas que não terão o mesmo afeto que nossos pais têm conosco.
É importante lembrar que disciplina não é castigo. Castigo relaciona-se mais com retribuir o mal praticado. Disciplina significa uma ação dirigida para se obter uma finalidade. A criança é disciplina porque queremos ajuda-la a tornar-se melhor.
Eis algumas regrinhas simples sobre disciplina:
  1. 1.      Estabeleça autoridade: as crianças precisam aprender que seus pais merecem confiança e que devem ser obedecidos.
  2. 2.       Seja coerente: evite que o pai dê uma ordem e a mãe outra. Também é bom que os pais fiquem firmes em relação às pessoas bem intencionadas, que podem estragar a disciplina das crianças. Essas pessoas podem ser avós, tios, irmãos mais velhos, empregadas e outros.
  3. 3.      Censure o ato, não a criança. Há uma diferença muito grande em dizer: “Você é mal, porque bateu no seu amiguinho” e “Não está certo bater no seu amiguinho e não vou deixar você fazer isso.”
Enalteça os aspectos positivos da religião e da Pessoa de Deus, não que  Deus tenha aspectos negativos. Nós é que podemos transmitir pela nossa conduta tais características negativas que as crianças acharão que Deus também possui.
Evite colocar a Jesus como ficando zangado ou triste porque a criança não come, não quer ir à igreja ou então porque não fez direito o dever de casa. Isso não pode ser dito porque não é verdade. Jesus não fica zangado e também não chora porque a criança deixa de fazer isto ou aquilo.  Fale de um Deus carinhoso, amoroso, preocupado com o nosso bem estar, nossa educação, não de um Deus zangado ou chorão.
Precisamos pensar muito mesmo no fato de que nós, somos “deus”, para os nossos filhos. O que eles estão pensando e sentindo que Deus é, está ligado ao que somos para eles como pessoas.
Importa então que melhoremos nossa relação para com eles a fim de que se animem a procurar a Deus e permanecer com Ele, porque Ele é amigo fiel, amorável e bom.
Se nos tornamos mais amigos de nossos filhos, se eles podem sentir mais confiança em nós, se nos procuram como um amigo ou uma amiga, se damos espaço para isso, estamos representando bem a Deus para eles, fazendo nossa parte em sua educação religiosa.
Que a comunhão diária com Cristo, resplandeça diariamente em nós para sermos um exemplo cristão para nossos filhos.

Fonte:www.4tons.com.br

Dica: Seja Chic

 
 
*SER CHIQUE SEMPRE - GLÓRIA KALIL

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos
dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida,
infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet
recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo
carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como
ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é ser discreto.*****

 *Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus
imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são
verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho
próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuaçõe inoportunas,
nem procurar saber o que não é da sua conta.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão
no elevador.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do
restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com
quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o
homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico...
quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria,
incompetência, mentira, fraude, agressão,
intolerância, ateísmo...falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar
sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo,
vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste
mundo.


Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as
pessoas interessantes com quem se encontrar e não
aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que
não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam
humanos!

GLÓRIA KALLIL

Teatro

A criançada procurando um pai



A criançada está procurando um pai... 


Peça em 1 ato.

Personagens: Narrador, 2 crianças, vendedor, 6 pais

Narrador: Atenção, Senhoras e Senhores. O que vocês vão assistir agora é uma ficção. Qualquer semelhança terá sido mera coincidência!


Entram as crianças, conversando preocupadamente.

CRIANÇA 01: Calma! Nós vamos encontrar. Vamos ver... Onde a gente pode começar a procurar? Ah! Tive um a ideia. Vamos até o shopping.

CRIANÇA 02: É mesmo dizem que lá vendem de tudo. Pode ser que venda pai também!
As crianças saem de cena. Quando o narrador começar a falar elas entram novamente em cena.

NARRADOR: As crianças correm para o shopping. Andam de um lado para o outro, olhando em todas as lojas, mas não encontram nada. Quando estão quase desistindo, uma das crianças vê uma placa grande e bonita. Que surpresa para eles! A placa dizia... "Temos todos os tipos de pais".
As duas crianças se aproximam para ler a placa, quando chega o vendedor.
Vendedor Pois não? Posso ajudar vocês?

CRIANÇA 01: Acho que sim.

VENDEDOR: O que vocês estão procurando?

CRIANÇA 02: Nós estamos querendo um pai.

CRIANÇA 01: E o cartaz diz que aqui tem todo tipo de pai.

CRIANÇA 02: É isso mesmo, "a gente" quer um pai para cuidar de nós! Você tem algum aí?

VENDEDOR: Um, não. Vários. Vocês vieram ao lugar certo. Aqui nós temos todos tipos de pais. Eu vou chamar um por um, aí vocês escolhem!
Entra o Pai Esportista - vestido com roupa de ginástica, saltitando e fazendo polichinelos.

VENDEDOR: Fiquem a vontade.....
As crianças espantadas se aproximam para conversar

CRIANÇA 01: O senhor quer ser o nosso pai?
Pai esportista (Toma as mãos das crianças e move para cima e para baixo com ritmo e começa a fazer ginástica).: Venham pra cá e façam como eu. Vocês estão fora de forma.

CRIANÇA 01: O senhor ainda não respondeu quer ser o nosso pai?

PAI ESPORTISTA: Claro! Vocês estão mesmo precisando de ginástica. Vocês treinarão duro para ter um corpo de atleta como o meu e comerão somente o necessário. Nada de comer doces, salgadinhos, refrigerantes...

CRIANÇA 02: Mas fora tudo isso aí que o senhor falou, o que mais o senhor pode nos dar?

PAI ESPORTISTA: Bem deixe-me pensar... Mais nada! Vocês serão atletas... querem mais?
Pai sai saltitando

CRIANÇA 01: Ih, esse pai esportista não daria certo nunca! Imagina só até sermos atletas estaríamos um palito!

CRIANÇA 02: O jeito é continuar procurando... Não podemos desanimar!
Entra o pai desleixado, mal vestido, barba por fazer, andar desligado, olhando pros lados.

CRIANÇA 02: O senhor quer ser nosso pai?

Pai desleixado: Vou pensar... Pode ser! Vai ser manero; mais já vou falar logo vocês podem comer besteiras, não precisam escovar os dentes, não precisam ir pra escola e muito menos para a igreja.

CRIANÇA 01: Esse aí tem um parafuso a menos.

CRIANÇA 02: É... Está realmente difícil!
O pai desleixado fica num canto.
Entra Papai Noel, carregando uma sacola pesada, rindo "ho,ho, hó" e badalando um sino.

CRIANÇA 01: Este aqui parece ser legal!

CRIANÇA 02: E o senhor quer ser o nosso pai?

PAI NOEL: Quero sim, nós vamos nos divertir muito. Tenho sempre muitos presentes para vocês, mas eu só apareço no fim do ano e vocês terão que ficar sozinhos.
As crianças balançam a cabeça e fazem cara de desânimo. Papai Noel pega o pai desleixado pelo braço e os dois saem de cena.
Entra o Pai espião, roupa preta, olhando por cima do ombro para ver se não está sendo seguido

CRIANÇA 01: Você quer ser o nosso pai?

CRIANÇA 02: Só se o senhor quiser! (olhando em volta para ver o que o pai está procurando).

PAI ESPIÃO: Vocês que sabem... Minha vida é uma grande aventura, vocês não terão um dia como o outro, terão que estar sempre fugindo sem descanso. Vocês escolhem.

CRIANÇA 01: Acho melhor não... Mas muito obrigado!
Sai o pai espião, e entra o pai desconfiado - braços cruzados e não olha ninguém no olho.

CRIANÇA 02: E o senhor quer ser o nosso pai?
PAI DESCONFIADO: Sei não, vocês estão me parecendo encrenca! Acho melhor vocês procurarem outro pai. (e sai de cena)
As crianças sentam no chão de cabeça baixa, desanimadas

CRIANÇA 01: Nós não vamos encontrar...
Entra o vendedor

VENDEDOR: O que foi com vocês? Estão tristes?

CRIANÇA 02: É, você acha que está fácil? Mas, não está não!

VENDEDOR: Ainda não acabou; só tenho mais um. Quem sabe?
O vendedor vai chamar o último pai e as crianças olham ficam olhando.
Entra o pai cristão, roupas normais, com sorriso franco, se abaixa para falar com as crianças e as olha no olho.

CRIANÇA 01: Será? E o senhor, quer ser o nosso pai?

PAI CRISTÃO: Claro que sim! Sempre cabe mais um no coração de um pai cristão. O que eu aprendi de Deus, ensinarei a vocês: que a salvação está em Cristo Jesus e a comunhão com os irmãos! Teremos momentos difíceis e também momentos bons; mas, seremos felizes.
(O pai dá as mãos às crianças e se coloca em postura de oração)
PAI CRISTÃO: Direi como o rei Salomão:"Dize à sabedoria: tu és a minha irmã e à prudência chama tua parenta". Rogo a Deus que me faça sábio e prudente para poder dar sólida educação cristã a meus filhos. Amém.

(De mãos dadas saem as crianças - sorrindo satisfeitas - com o pai)

Mensagem aos alunos

Estamos juntos!
Você e eu... nós!
Algumas horas no dia-a-dia,
mas juntos...
e é o que importa!

Vamos caminhar juntos,
bem juntos, as mãos unidas,
o coração alegre...
juntos, passo a passo,

Aqui lhe daremos amor
a cada instante união:
no trabalho, nas palavras ditas e pensadas,
nas brincadeiras...

Muitas vezes lhe diremos: “Não”
e aguardaremos para depois o “Sim”,
poderemos chamar sua atenção...
saiba, porém, que isto
também é “AMOR”.

Texto pra Reunião de Pais





AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVEM

Se as crianças vivem em meio a críticas, aprenderão a condenar.
Se as crianças vivem em meio à hostilidade, aprenderão a brigar.
Se as crianças vivem sendo ridicularizadas, irão se tornar tímidas.
Se as crianças vivem com vergonha, aprenderão o sentimento de culpa.
Se as crianças vivem onde há incentivo, aprenderão a confiança.
Se as crianças vivem onde ocorre a tolerância, aprenderão a paciência.
Se as crianças vivem onde há elogios, aprenderão a apreciação.
Se as crianças vivem onde há aceitação, aprenderão a amar.
Se as crianças vivem onde há aprovação, aprenderão a gostar de si mesmos.
Se as crianças vivem onde há honestidade, aprenderão a veracidade.
Se as crianças vivem com segurança, aprenderão a crer em si mesmas e naqueles que as rodeiam.
Se as crianças vivem em um ambiente de amizade, aprenderão que o mundo é um lugar bom para se viver.

(Dorothy Law Nolte)

Dinâmica




 A vida deve ser florida


Objetivo: Esta dinâmica fará o aluno perceber o valor da vida e o mistério que a envolve.
Material necessário: Papel de seda de várias cores.
1º - A professora deve cortar o papel de seda para que fique do tamanho de um papel sulfite cortado ao meio.
2º - Deve distribuir um pedaço para cada participante, procurando diversificar as cores.
3º - Motivar todos, dizendo que a folha que eles têm na mão é a vida de cada um deles. Pedir para que notem que um lado da folha é liso e o outro, um pouco mais áspero. Isso também ocorre em nossa vida: em alguns momentos é mais tranqüila, em outros, mais áspera. Mas, apesar de tudo, nossa vida vibra.
4º - A professora deve pedir aos alunos que segurem as folhas numa das pontas, fazendo-as balançar para ouvir o barulho (a vibração). Deve explicar que nem sempre tudo é tão bom, nem sempre a nossa vida vibra tanto. Todos passam por maus momentos.
5º - A professora deve perguntar o que “mata” a nossa vida, o que faz com que ela vibre menos, e exemplificar: desemprego, inveja, ciúme, violência... Deve solicitar a ajuda dos participantes para que citem outros exemplos, e cada palavra “morte” enunciada, pedir que amassem o papel, até ficar uma bolinha.
6º - Com a bolinha na mão, a professora pergunta ao grupo: “O que devemos fazer com esta bolinha agora?”. Talvez alguns digam para jogá-la fora. Nesse momento, a professora questionará: “Como vamos jogar fora a nossa vida? O que podemos fazer?”. Alguém poderá dizer para reconstruí-la. “Mas como?” A professora, então, deve motivar o grupo a falar palavras de vida (emprego, amor, amizade, justiça...), e a cada palavra vai-se abrindo novamente o papel.
7º - Com o papel todo aberto, a professora deve questionar: “Mas e agora? Está cheio de rugas? São as rugas do tempo; assim é a nossa vida. O que fazer? Vamos ver se a vida ainda vibra?”. Nesse momento, pede ao grupo para balançar a folha. Agora a vibração é bem menor.
8º - A professora, então, pede aos alunos para dobrarem as folhas ao meio e recortá-las em duas partes. Juntando essas duas partes, pede para recortá-las novamente, ficando agora com quatro partes.
9º - A professora instrui os alunos a trocar os pedacinhos com os colegas, de maneira que cada um fique com quatro pedacinhos de cores diferentes.
10º - Agora pede para colocarem os pedacinhos de maneira que fiquem um na horizontal e outro na vertical, formando duas cruzes.
11º - A professora pede aos alunos que coloquem o dedo indicador no centro das “cruzes” e modelem uma flor. E acrescenta que a vida, por mais dolorida e cheia de rugas, ainda pode florescer. Às vezes, perde a vibração, mas nunca é tarde para florescer.

A lição da borboleta

Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo. Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo. Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vidas. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar...